5 motivos para você escolher o marketing digital ao invés do tradicional

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5 motivos para você escolher o marketing digital ao invés do tradicional

Não entenda errado: a gente ama a propaganda tradicional, afinal de contas foi por causa dela que nos apaixonamos pela profissão. No entanto, os tempos mudaram um pouco e o investimento no marketing digital tem se tornado cada vez mais interessante para empresas de todos os portes e segmentos.

 

Se você ainda não está convencido de que o digital é para você, dê uma olhada nesses 5 pontos que levantamos para te ajudar na decisão 😉

 

1 – Métricas

 

Esse talvez seja o maior motivo para o marketing digital ter ganhado a proporção que ganhou. As métricas são os números coletados antes e depois de uma campanha acontecer. Elas permitem que você conheça a fundo informações como: número de acessos, perfil dos usuários, periodicidade de engajamento, localização geográfica dos envolvidos, entre outras.

 

Criar um planejamento baseado em números confere um grau de assertividade que o marketing tradicional nunca foi capaz de oferecer. Imagine se você quisesse trabalhar com um outdoor em uma avenida movimentada – haveria uma possibilidade de mensurar um número próximo de passantes calculando, por exemplo, a quantidade média de pessoas que se imagina trafegar por aquele circuito.

 

Depois de 15 dias em exposição, seu outdoor seria retirado do local e a única maneira que você teria de descobrir seus resultados seria observando aspectos mais intangíveis como o aumento sutil da percepção do público com relação à sua marca ou a menção direta de algum interessado sobre sua ação de propaganda.

 

O mesmo vale para os comerciais em TV. Existe uma taxa de audiência que é calculada pela própria TV e que lhe dirá quantas pessoas estavam com aquele canal ligado no momento em que a sua propaganda foi ao ar. A grande questão é: e se a televisão estava ligada durante um jantar de família em que todos estavam entretidos na conversa. Até que ponto seu comercial foi efetivo?

 

Na internet, esse tipo de dúvida não existe pois os números mostram ações exatas como visualizações, interações, cliques, comentários, dúvidas, entre outros. Se um cliente clicou no seu anúncio, ele teve interesse. Se ele fez algum comentário ou teve alguma dúvida, permite que sua empresa resolva a questão de imediato, criando um canal direto de comunicação –  o que nos leva ao próximo ponto.

 

2 – Canal direto com o cliente

 

Estamos na era da personalização e da concorrência decidida pelo usuário. Pela primeira vez no mundo dos negócios, o cliente detém um poder de decisão e uma voz que vão muito além do seu círculo mais íntimo de amigos e família. Se houvesse algum tipo de experiência desagradável entre empresa e cliente no passado, o consumidor podia entrar em contato e chorar as mágoas com o SAC e repassar a experiência ruim para 4 ou 5 pessoas no momento da raiva. Quão verdadeiramente prejudiciais eram essas ações para as empresas?

 

Na era digital, no entanto, qualquer pisada de bola é noticiada a plenos pulmões em redes sociais que têm alcance mundial. Essa abertura, no entanto, é uma via de mão dupla e é utilizada como meio de cativar e aproximar as empresas dos seus consumidores. Se há um problema, a empresa se mostra solícita, resolve a questão, e reverte a situação a seu favor.

 

O marketing digital permite que seu canal de comunicação com o cliente seja aberto, constante e muito transparente – dando espaço para empresas sérias crescerem e mostrarem sua competência. Existe uma série de ideias novas para campanhas, produtos e serviços navegando nas ondas da internet. É necessário aprender a coletá-las e, dos estudos de seus clientes, fazer nascer novos projetos para o crescimento de oportunidades.

 

3 – Assertividade do público

 

Nunca me esqueço de como montei o meu primeiro comercial de televisão em uma agência de propaganda tradicional. Isso faz mais tempo do que gostaria de admitir – e as coisas mudaram consideravelmente desde então – mas me lembro claramente de estar sentada em uma mesa definindo os programas onde iríamos inserir o comercial. Os debates começavam em: “Temos que pegar os programas da parte da manhã pois se tratam das esposas que não trabalham. O horário deve ser entre 09:30 e 10:00, pois dessa forma já deixaram os filhos na escola e possuem um tempo para si.”

 

Especulações desse tipo não eram incomuns pois não havia uma outra maneira exata de acertar um público sem atingir mais milhares de pessoas que não tinham o menor interesse naquilo que a empresa estava vendendo. Se há uma lição que a internet nos ensinou é que toda generalização é burra e nos faz perder dinheiro. Portanto: segmente.

 

No online, essa segmentação é realidade constante – existe um perfil muito específico que pode ser atingido a partir de decisões como estilo de vida do cliente, lugares que frequenta e interesses. É claro que algumas especulações ainda são feitas, pois nem sempre nosso cliente é aquele que imaginamos (é impressionante como podemos nos surpreender com isso!). Mas o digital permite que, uma vez que saibamos quem são as pessoas que queremos atingir, as encontremos com facilidade. Cada real investido para conversar com essas pessoas será realmente utilizado para esse fim, sem perdas.

4 – Investimentos

 

Acho que a palavra que melhor descreve os investimentos feitos em marketing digital é: justo. Não é segredo para ninguém que, nas épocas de ouro da propaganda tradicional, os valores cobrados para veiculação de anúncios em mídias eram exorbitantes – e, em muitos casos, são até hoje. Quem nunca ouviu falar dos comerciais mais caros do mundo no horário do Super Bowl?

 

Quando haviam poucas mídias e essas poucas mídias possuíam alcance limitado, regulamentar preços era uma prática um pouco mais simples. A internet democratizou as informações, dando espaço para todo tipo de conteúdo. Isso fez com que os valores fossem formulados em cima de suas entregas – aqui entram as métricas mais uma vez. Se eu possuo um número alto de acessos e conversões, logo, posso garantir que seu investimento terá uma porcentagem X de retorno. Quanto mais retorno eu dou, mais eu cobro por isso.

 

O Google tem o modelo de cobrança por leilão, ou seja, se você quer uma palavra-chave que outra pessoa também quer, leva quem pagar mais. Outra métrica que adoramos é o CPC – custo por clique – que permite que você saiba exatamente quanto investiu em cada pessoa que se interessou por sua empresa (o que chamamos de lead).

 

Essa justiça dos valores permite que os investimentos sejam feitos de forma inteligente. Selecionando o público e os canais com sabedoria, otimiza-se de maneira absurda o dinheiro desprendido.

5 – Alcance

 

A internet tem alcance mundial, permitindo que o seu negócio se expanda como nunca antes imaginado. Aqui entra, também, o conceito da cauda longa que defende a possibilidade de se trabalhar com nichos muito específicos de mercado quando inserido no mundo digital.

 

Isso quer dizer que, caso você possua algum produto ou serviço em sua empresa que deve ser ofertado a um público pequeno – talvez insuficiente em sua região física – a divulgação online aumentará suas possibilidades de venda. Isso porque abrange um universo infinitamente maior do que aquele que você atingiria com ações off-line.

 

Depois disso tudo a questão que fica é: quando começamos?

 

 

 

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